11.3.10

PETR4 - Petrobras PN

Leitura do Profiteer no Fórum MI sobre a situação gráfica do papel:

"Após fechar o trade do pivot de baixa com lucro, agora parece estar consolidando mudança de sentimento no mercado, para bullish, com o gold cross das médias curtas.

O trader agressivo que opera position já pode cogitar posição comprada no fechamento da semana. No entanto estamos próximos do topo anterior, o que pode sugerir volatilidade nessa área. Então ficar de olho no controle de risco." ...

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Pois é... apesar de, na maioria das vezes, as duas principais bluechips (Petr e Vale) andarem juntas, ultimamente, com o spread relativo entre elas beirando 1,3, talvez agora não fosse um mal momento para estudar uma arbitragem.

Embora as operações com pares seja mais eficiente considerando ações da mesma empresa (ONxPN) ou até papeis de um setor específico - caso possuam fluxos de caixa semelhantes - sabemos que muita gente gosta de alternar as posições da mineradora com a estatal de petróleo.

Muito burburinho envolvendo a Petrobras não é bom, mas sendo a empresa que é, com tantas perspectivas favoráveis (mesmo admitindo o óleo como uma fonte poluente e passível de substituição na matriz energética), ela fica sujeita a todos estes fatores políticos, que podem ser questionáveis, mas acaba sendo peça importante no marketing do governo, com consequente influência no comportamento dos preços.

Sempre há chance de anunciarem novos(as) "poções" mágicos(as) para turbinar o caldeirão de notícias!

Abs

9.3.10

S&P e bolsas internacionais

O S&P500 bateu ontem de volta nos 1.140, coincidentemente próximo ao último topo... e acomodou.

Se a maioria dos gráficos em tempos diários da Bovespa insinuam a formação de um OCOI(zinho?), o que parece estar querendo se desenhar no semanal do SPX é justamente um OCO(zão!).

Hoje as bolsas do mundo inteiro abriram fracas: Na Ásia, o SSEC subiu 0,5%, e os demais índices ficaram no vermelho, em baixas moderadas. A Europa opera em queda, com o anúncio do maior deficit da história da Grã-Bretanha, FTSE -0,59, DAX -0,42 e CAC -0,41 no momento. Os futuros americanos também negativos: SP -0,33, Nasdaq -0,29.

Vamos ver se alguma coisa extraordinária inverte esta tendência que se anuncia hoje para o intraday.

8.3.10

Panorama na pre abertura dos mercados

Bolsas da Ásia positivas com destaque para Nikkei e Hang Seng, em alta acima de 2%. Europa morna ainda com as expectativas de ajuda da França à Grécia, e a possibilidade de que o problemas não contaminem outros países do continente. Futuros americanos indefinidos, por hora estáveis, mas ainda sujeitos à volatilidade.

No cenário doméstico, pesa o aumento da inflação, com alta no IGP, IPC e seus derivados, o que está levando o governo a considerar a possibilidade de subir os juros já na próxima reunião do Copom. A equipe economica está bem dividida entre os monetaristas e desenvolvimentistas. Quem vai ter voz mais ativa nessa disputa, considerando que estamos em ano eleitoral?

Portanto, vamos ficar atentos à esta faixa de congestão do Bovespa, levando em conta a alta expressiva das blue chips - em detrimento das small caps - nas últimas sessões, muito em função da valorização nas commodities, e da proximidade do vencimento de opções. Podem ate puxar mais um pouco na abertura e causar um calor nos vendidos, mas uma resposta deve vir em contraponto.

Lembrando que são quase 40M em descobertas na VALEC46 e C48, e o nível de aluguel da PETR4 também está acima de 60M.

Abs ^v^

Monitor Investimentos


4.3.10

E eu nem falei da China, mas...

A queda de quase 2,5% no SSEC nesta madrugada não foi movida apenas pelos problemas na Europa, com o efeito que um calote da Grécia pode causar ao mercado, e suas consequências, caso outros países sigam na mesma linha.

O Banco Industrial da China (BIC, rs?) previu um crescimento menor do crédito. Os temores quanto a esse tema influenciaram as ações de instituições financeiras da região. Segundo matéria do Estadão, a abertura do Congresso Nacional do Povo chinês, no encontro anual de cerca de 10 dias, pode ser a oportunidade para uma apreciação do yuan. Com objetivo de conter a expansão econômica, uma revalorização da moeda poderia ainda ser o sinal para o aperto da taxa de referência de um ano, que é calibrada pelo PBOC (o banco central chinês), atualmente em 5,31%.

Além disso, existe o risco de a economia chinesa enfrentar um hard landing ainda neste ano, fazendo com que a economia, depois de registrar um crescimento da ordem de 12%, passe a experimentar uma expansão do PIB de apenas um dígito.

Não pensem que chinês enxerga menos por ter os olhinhos puxados... ;-|

Fatos e cenários do mercado - Atualização

Mercado abriu para cima - até como uma forma de compensar a correção do final de pregão ontem, mas sem muita força, pode devolver os ganhos iniciais e até inverter a tendência ao longo do dia. Questiona-se a sustentabilidade desta recuperação na economia em contraponto com o tamanho da onda de alavancagem que está movendo os mercados em cima de expectativas.

A Ásia refletiu o final da sessão no Ocidente e as bolsas fecharam em queda. Shangai caiu 2,38%. Na Europa, após o encaminhamento de uma solução para Grécia, que vai exigir um esforço no controle dos gastos públicos e medidas para organizar suas finanças, o BC europeu manteve a taxa de juros em 1%.

Ainda há preocupações para que outros países do bloco não corram o risco de dar calote em suas dívidas. O nível de trabalho nunca esteve tão em baixa na Espanha, e agora a França vê sua taxa de desemprego atingir os dois dígitos.

Contudo, o dia em Wall Street iniciou mais tranquilo, com os futuros dando sinais de estabilidade. O Livro Bege não trouxe novidades mas deu um alento. O consumo melhorou ligeiramente e a atividade industrial se fortaleceu. A utilização da mão de obra permanece fraca, assim como o setor de imóveis continua debilitado, devido tb ao maior rigor imposto para concessão de financiamentos, que acabaram reduzindo o volume dos empréstimos. E assim o sistema financeiro volta a sua vulnerabilidade, com os bancos menores ficando pressionados pela baixa liquidez. Como o foco principal de Obama parece estar mais concentrado em agilizar a aprovação das reformas dos planos de saúde, o mercado fica em compasso de espera por uma melhor definição do cenário economico.

As commodities operam no vermelho, depois de um rush na busca por ativos de maior segurança. Óleo e metais estão em queda, assim como no câmbio, o euro perde valor em relação ao dolar.

Aqui, a cautela continua sendo a palavra de ordem, enquanto a Bovespa estiver encaixotada nestas alturas. Trades curtos e baixa exposição permanecem como as linhas estratégicas mais indicadas, NMHO.

Abs ^v^

1.3.10

Bolsa de Pindorama

É público que eu acho pouco útil analisar a Bovespa sem confrontá-la com os demais mercados. Mas estamos de novo na casa dos 67k... já foi, voltou, fez que ia, que não vai, e continuamos por aqui!

Intimamente eu não descartei uma nova investida até o último topo (ou mesmo chegando ao TH), daí minha cautela e estado permanente de alerta quando ao próximo price action que virá. A volatilidade está aumentando, e o mais racional é tentar seguir o tendência, ficar de olho nessa congestão (nas alturas, apostar é um perigo), principalmente com todos esses acontecimentos que vão completar o mosaico do mercado financeiro.

No MP, eu ainda acredito em uma queda mais expressiva, quando as melhoras da economia ficarem mais claras, levando os juros a uma retomada (a inflação já está dando sinais de vida), com a consequente maior procura pelo dolar, novas realizações na RV , e migração do capital para os titulos americanos. E nem falei sobre a China...

Acho mesmo complicado tentar enxergar depois da curva, além do alcance dos meus olhos...

Portanto, minha estratégia ainda é permanecer no curto... e grosso!

Abs ^v^

26.2.10

Estágios do Mercado



Contribuição de polycrav no Fórum MI

25.2.10

Hedge

Hoje a coisa pesou... Ásia em ligeira baixa - com exceção do Shangai Composite, Europa no vermelho, futuros americanos em terreno negativo (S&P -1,30%), e a Bovespa abriu em queda. O INDFUT já estava com -1,80 na pré-abertura e o IBOV segue pelo mesmo caminho...

Em compensação... o mar vai subir durante o dia!

Dá para fazer um hedge: compra o surf e vende a bolsa? :-)

Se aquela correlação inversa entre juros e renda variável - que o Fabio Bispo comentou quando começaram a reduzir as taxas - vale também no outro sentido, hoje já mexeram no compulsório dos bancos. A expectativa é que (com a alta da inflação de janeiro) o Copom antecipe a aumento da Selic para a próxima reunião.

O mercado é mesmo soberano!

Abs ^v^

19.2.10

Mercados desconfiados

Bolsa abriu negativa, inverteu, zerou as perdas, e fechou indefinida.

Realmente não está fácil entender (e acompanhar) esse mercado. Ainda mais em uma sexta-feira, de uma semana curta aqui no Brasil.

Continuo de olho na floresta... S&P de novo na casa de 1100 pontos, esse viés altista nos juros americanos, a Europa desmoronando, e a China... sempre aquele mistério! Há quem veja a subida nas taxas dos EUA como sinal de que a situação está melhorando.

Muito importante seguir o fluxo dos gringos na bolsa. Tem muita pessoa física dentro, e outras entrando agora, para montar carteira... minha posição é a mesma... pequena (relativamente) e carregada de small caps (micos?). Um dia elas sobem, em outros corrigem... o máximo que eu faço é girar alguns lotes, baixando custos, e - sempre - apropriando o que sobra!

Vai até... caso passe de... se cair... o suporte está em...

Eu ainda morro de rir! rs

O carnaval já passou, vamos ver se o povo volta a trabalhar e a coisa engrena a partir de segunda! Bom final de semana... Abs ^v^

18.2.10

Acabou o Carnaval...

Agora tudo volta à realidade aqui no Brasil... vamos ver se o povo trabalha e os políticos se mexem - não apenas visando votos, mas a evolução e o bem do país (utopia)

O mercado retoma suas atividades... e a festa da fantasia ficou para trás?

Com exceção daqueles pontos "fora da curva" que eu já havia comentado, o Ibovespa volta a testar os 67k... é... o mesmo alvo da pipa de tanto tempo e contestações. E vai passar? Esta semana não serve como parâmetro, a liquidez deve continuar reduzida na bolsa de S. Paulo, e o resto do planeta também está fazendo seus ajustes.

O dia não promete grandes novidades... mas, com o mercado funcionando, sempre pode surgir uma oportunidade.

Abs ^v^

12.2.10

Mercado financeiro e as notícias da manhã

Com o acordo na Europa para ajudar a Grécia, as bolsas da Ásia subiram (pouco) na madrugada, mas no velho continente, depois do boato, os índices estão em baixa com a confirmação do fato! E os futuros americanos operam em queda.

Talvez porque além da decepção com o PIB na zona do euro, com a estagnação da Alemanha, a China tenha anunciado mais um aumento nos compulsórios, em clara demonstração de que a retirada dos estímulos está apenas começando.

Aqui no Brasil o presidente do BC, Henrique Meirelles não cedeu às pressões políticas de Goiás, e liberou seu partido para escolher o canditado ao governo de estado. Ele reafirmou que só decidirá seu futuro profissional no final de março e deixou claro que sua prioridade é contribuir para a estabilidade macroeconômica, o que demanda atuação na esfera federal.

Para bom entendedor, isso pode ser sinal de que almeja voos mais altos... ou a coisa não anda muito boa na economia. Os dados referentes à inflação divulgados hoje preocupam: o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) acelerou fortemente em fevereiro, a 1,08 por cento, contra taxa de 0,20% em janeiro.

Entre seus componentes, o Índice de Preços por Atacado (IPA) teve avanço de 1,15 por cento em fevereiro, seguindo a oscilação positiva de 0,07 por cento no mês passado. O IPA agrícola subiu 0,08 por cento, ante queda anterior de 0,85 por cento. O IPA industrial avançou 1,50 por cento em fevereiro, frente à alta de 0,36 por cento em janeiro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 1,09 por cento, contra elevação de 0,52 por cento no mês anterior. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,55 por cento em fevereiro, após aumento de 0,305 % em janeiro.

Vai ser difícil segurar os juros apesar do ano eleitoral...

Como hoje é o último dia de negociação na BMFBovespa, antes dos feriados de Carnaval, o pregão promete ser agitado!

Bons trades ^v^


Participe dos Fóruns no Monitor Investimentos

11.2.10

Notícias quentes X a frieza dos gráficos

A União Européia parece que deciciu mesmo ajudar a Grécia, e um pacote deve ser anunciado até terça, o BC Chinês reafirmou que vai começar a retirada dos estímulos anticrise, Obama continua focando seus discursos na retomada do emprego e situação fiscal, a Venezuela celebra os maiores acordos na área de petróleo e sofre o risco de apagões elétricos, e o governo do Brasil já prepara uma justificativa para o resultado negativo do PIB em 2009...

E nossa princiapis blue chips operam em pontas opostas, hoje:

Vale comprou a parte da Mosaic na Fosfertil, em uma transação de U$ 1bi, e cai 1,7% até o momento, com a divulgação de que seu lucro caiu pela metade, enquanto a Petrobras sobe mais de 2%... eu já vinha manifestando a possibilidade da descoberta de um novo poço milagroso, ou mesmo o anúncio de algo impactante. Com isso, o equilibrio de forças faz a Bovespa operar perto da estabilidade, com viés altista, na faixa acima de 65k.

A Ásia teve forte alta na madrugada, e a Europa opera de forma mista, com o DAX e CAC em queda moderada, o IBEX perdendo mais de 1%, e o FTSE com +0,5%. Futuros americanos estão no campo positivo, SPX e nasdaq valorizam na ordem de 0,4%.

De fato, vivemos uma época bipolar no mercado... para onde vão essas bolsas no MP? Haverá uma retomada, ou estamos presenciando apenas mais um repique nesta correção? O que é mais importante, os fundamentos macro, as manchetes de economia, ou simplesmente os gráficos?

Muitas perguntas e variadas respostas... ao gosto do investidor!


Abs ^v^

10.2.10

Benchmarks

Já comentei aqui, mas não custa relembrar.

Cada um deve estabelecer metas na gestão do seu capital. Os clubes e fundos que têm por obrigação apresentar resultados aos seus clientes. Quando cuidamos do nosso próprio patrimônio, temos um maior liberdade para ficar expostos (ou não) a riscos. Mesmo assim, se não criarmos targets de retorno, dentro de um certo prazo, fica igual a qualquer investidor de longo prazo. Qualquer coisa é lucro!

Minha filosofia é a seguinte. Durante o mês, se a bolsa está em alta, eu tento superar o Ibovespa nos 30 dias.

Agora, se o mercado de ações está em queda, qualquer 101% do CDI para mim já é uma vitória...

De que adianta usar o índice de ações com a bolsa em baixa. Imagina: a Bovespa cai 15%, e o cara ainda fica feliz por ter perdido "apenas" 10%, apesar de ter superado a referência...

Faz sentido isso?

8.2.10

Mais um dia complicado

Asia teve perdas no Japão, Hong Kong e Coreia, com as preocupações sobre dívida da Europa. No velho continente, as bolsas abriram para cima, mas estão devolvendo os ganhos ao longo da seção. DAX e CAC por enquanto aindo no positivo, enquanto o FTSE já avermelhou. O "risco Europa" já é maior do que o do Brasil. Depois dos BRICS agora o foco (negativo) está nos PIGS - Portugal, Ireland, Greece, Spain.

O crescente temor sobre a situação fiscal de vários países europeus - que voltou a castigar os mercados globais ontem -, aliado à melhora das condições macroeconômicas brasileiras nos últimos anos, transformou em realidade algo impensável há não muito tempo: os investidores temem mais um calote de Portugal, Espanha, Irlanda, Itália e Grécia do que do Brasil. É o que revelam os dados da medida de risco mais usada no mercado global atualmente. Trata-se do prêmio expresso nas negociações de um instrumento derivativo chamado de CDS (do inglês, credit default swap). Em uma definição coloquial, o CDS pode ser traduzido como um seguro anticalote.

Os futuros americanos trabalham perto da estabilidade, de forma mista: SPX com 0,09% e Nasdaq -0,05%.

A União Européia rejeitou ajuda do FMI, e a proposta de taxação dos bancos ganha força no G7.

Vamos ver como será este "soccorro" e se terão "panos quentes" para abafar a nova crise.

O fato é que o mercado só vai definir seu rumo intradiário depois da abertura dos negócios em Wall Street.

Keep tuned!

4.2.10

Sobre os timeframes e terrenos bull/bear


Tomando então por base os gráficos diários, a impressão que eu tenho é de que a queda ainda nem começou...

Falo em termos dos mercados em geral. Por mais que eu não fique muito ligado na contagem de Elliott, esse repique na nossa bolsa, dos 65 aos 67 (um pouco abaixo, um tantinho acima), mal pode ser considerado como a onda 2 da C. Mas se (quando) vier a 3, todos imaginam qual será o seu tamanho, e até onde ela pode levar o Ibovespa...

Convém ficar esperto, de olho vivo, e ágil com(o) os micos...

Abs ^v^